- frágil destino de minha pobre argila -
Filho, quando eu não existir,
tu serás a minha carne, viva.
Verso, quando eu não falar,
tu, minha palavra inextinta.
Ángela Figuera Aymerich
a Bernardo Pinto de Almeida Gosto de ver hieróglifos nas pegadas das gaivotas. Não gosto que os feriados calhe...
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