nem de mim mesmo, à força
de morrer de mim na minha própria língua,
porque eu, o mundo e a língua
somos um só
desentendimento
de morrer de mim na minha própria língua,
porque eu, o mundo e a língua
somos um só
desentendimento
Herberto Helder
Este homem que entre a multidão enternece por vezes destacar é sempre o mesmo aqui ou no japão a diferença é ele ignorar. Muitos mortos fora...
Sem comentários:
Enviar um comentário