nem de mim mesmo, à força
de morrer de mim na minha própria língua,
porque eu, o mundo e a língua
somos um só
desentendimento
de morrer de mim na minha própria língua,
porque eu, o mundo e a língua
somos um só
desentendimento
Herberto Helder
Tens-me em tuas mãos e lês-me como um livro. Sabes o que eu não sei e contas-me as coisas que eu não digo a mim mesmo. Aprendo mais contigo ...
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