quinta-feira, 7 de março de 2019

Porque


Porque
não vens agora, que te quero
E adias esta urgência?

Prometes-me o futuro e eu desespero
O futuro é o disfarce da impotência.
Hoje, aqui, já, neste momento,
Ou nunca mais.
A sombra do alento é o desalento
O desejo o limite dos mortais.

Miguel Torga

Sem comentários:

Enviar um comentário

Balada para um homem na multidão

Este homem que entre a multidão enternece por vezes destacar é sempre o mesmo aqui ou no japão a diferença é ele ignorar. Muitos mortos fora...