nem a flor desprendida da haste
volta jamais à árvore que a deixou cair.
Li Tai Po
(versão de Pedro da Silveira)
Obrigada. Quero que alguém me dê as malditas graças. Obrigada pela solidariedade, pelos orgasmos fingidos, pelos ouvidos atentos. Por terem ...
Sem comentários:
Enviar um comentário