dentro de cada noite,
há um poço
onde a claridade está presa.
Há que sentar-se na beira
do poço da sombra
e pescar luz caída
com paciência.
Pablo Neruda
a Bernardo Pinto de Almeida Gosto de ver hieróglifos nas pegadas das gaivotas. Não gosto que os feriados calhe...
Sem comentários:
Enviar um comentário